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Na Educação
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A implantação do Projeto Espaço Maker em sala de aula das redes Municipal e Estadual de Ensino, foi sugerida pelos vereadores Nelsinho Dib e Ubiratan Canhete de Campos Filho (Bira), presidente do Poder Legislativo, por meio de indicações direcionadas ao prefeito Marcelo Iunes, com cópia ao secretário de Educação do Município, Genilson Canavarro de Abreu, e ao secretário de Estado de Educação, Hélio Queiroz Daher.
Os vereadores justificaram a solicitação lembrando que se trata de um modelo que surge na Educação com a proposta de fazer com que pessoas comuns criem, desenvolvam, consertem e modifiquem projetos, com suas próprias mãos.
Ressaltaram que o foco da Educação Maker, termo em inglês que significa fazer, é transformar os espaços de aprendizagem, fazendo com que a escola se torne um lugar para a experimentação, aprendizagem criativa e prática do conhecimento.
“Cada vez mais incorporado ao mercado de trabalho e à sociedade em geral, o chamado movimento Maker, ou método de experimentação ‘mão na massa’, aparece na educação como uma prática que favorece os processos de investigação e construção de saberes”, destacaram
"Com a ideia imersiva onde a teoria é colocada em prática, a cultura Maker faz com que estudantes possam levar consigo experiências devidamente testadas por seus próprios méritos, além de ter a oportunidade de trabalhar com ferramentas, matérias primas, tecnologias e conceitos de mecânica, robótica e computação, tornando realidade, tudo aquilo que no papel é visto de forma complexa e, até mesmo, impraticável”, argumentaram.
Justificaram ainda dizendo que aplicações práticas de teorias reforçam o aprendizado e preparam os estudantes de uma maneira melhor, até mesmo para enfrentarem a hora de conquistar sua primeira posição no mercado de trabalho.
“Dentre os desafios da educação, podemos destacar a ideia de criar cidadãos que vivam em harmonia na sociedade, vençam seus desafios individuais e cresçam conforme o esperado. Ainda ontem, falava-se muito em Educação 4.0, que reflete a inundação da tecnologia no aprendizado e como é importante utilizar métodos, para alcançar resultados, aliando pedagogicamente, as ferramentas tecnológicas”.
“O desafio – continuou - ganha proporções diferenciadas à medida que o tempo passa e as necessidades evoluem, e o individualismo se torna passado, enquanto as preocupações com o coletivo se evidenciam com o crescimento da sociedade. O uso de tecnologias, agora, deve ser sustentável, saudável e trazer benefícios à sociedade”.
“Portanto, novos modelos de ensino devem compor a educação. O Projeto Maker converge essas características e propicia um novo modelo de ensino que abrange criatividade, sustentabilidade e tecnologia, voltadas para a obtenção de soluções, agregando o interesse da Comunidade Escolar. É o ingresso na denominada Educação 5.0”, concluíram.
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